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terça-feira, 24 de maio de 2011

FÁBULA DO RATO!

Ninguém escapa da Lei do Retorno (Ação e Reação), por isso devemos pensar e refletir antes de decidir, pois estamos interagindo no mundo dos outros. Para chegarmos ao estado de paz (Altitude), temos que ter atitudes. Pense nisso!


Um ratinho olhando por um buraco na parede vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.

Pensou logo no tipo de comida que haveria ali. Ao descobrir que era ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:

-Há ratoeira na casa!

A galinha:

-Desculpe-me Senhor Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

O rato foi até ao porco e:

-Há ratoeira na casa, ratoeira!

-Desculpe-me Senhor Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranquilo que o senhor será lembrado em minhas orações.

O rato dirigiu-se à vaca e:

- Há ratoeira na casa!

- O que? Ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!

Então o ratinho voltou para casa todo abatido pensando em encarar a ratoeira.

Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima... A mulher do fazendeiro correu para ver o que acontecia. No escuro, ela percebeu que a ratoeira havia pegado a cauda de uma cobra venenosa. E ela picou a mulher...

O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.

Ela voltou com febre.

Todo o mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.

O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram.

Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.

A mulher não melhorou e acabou morrendo.


Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo. Moral da História:

Na próxima vez que você ouviu dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que esse problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.Problema de um problema de todos. Excelente fábula para ser divulgada principalmente na família e em grupos de trabalho.

“Nós aprendemos a voar como os pássaros.

A nadar como os peixes.

Mas ainda não aprendemos a conviver como irmãos.

Paz e amor. Sandra.

Um comentário:

Fabrício Santiago disse...

Olá, desculpe invadir seu espaço assim sem avisar. Meu nome é Fabrício e cheguei até vc através do Blog Silencio dos meus sonhos. Bom, tanta ousadia minha é para convidar vc pra seguir meu blog Narroterapia. Sabe como é, né? Quem escreve precisa de outro alguém do outro lado. Além disso, sinceramente gostei do seu comentário e do comentário de outras pessoas. Estou me aprimorando, e com os comentários sinceros posso me nortear melhor. Divulgar não é tb nenhuma heresia, haja vista que no meio literário isso faz diferença na distribuição de um livro. Muitos autores divulgam seu trabalho até na televisão. Escrever é possível, divulgar é preciso! (rs) Dei uma linda no seu texto, vou continuar passando por aqui...rs

Narroterapia:

Uma terapia pra quem gosta de escrever. Assim é a narroterapia. São narrativas de fatos e sentimentos. Palavras sem nome, tímidas, nunca saíram de dentro, sempre morreram na garganta. Palavras com almas de puta que pelo menos enrubescem como as prostitutas de Doistoéviski, certamente um alívio para o pensamento, o mais arisco dos animais.

Espero que vc aceite meu convite e siga meu blog, será um prazer ver seu rosto ali.

Abraços

http://narroterapia.blogspot.com/